Performance ‘Marcha Cega’ reflete sobre arte acessível para população com deficiência

Por Lucas Brolese e Helena Alba

Neste final de semana, acontece a Marcha Cega, uma obra de arte conceitual, formada por uma performance de intervenção urbana que resulta em uma exposição fotográfica acessível aos cegos. Na edição da Baixada Santista, fazendo parte do Circuito LabXSantista, o projeto acontecerá no próximo sábado 25 de março às 15h, partindo da Praça da Biquinha em São Vicente, e no mesmo dia às 16h30, partindo da Praça da Independência, em Santos.

Ao todo, mais de 40 pessoas estão envolvidas no projeto, entre fotógrafos, cinegrafistas e amadores. O conceito central é a empatia, e os questionamentos sobre esse tema se dão de duas maneiras: a primeira na experiência empática direta, possibilitando aos voluntários uma vivência sensorial privada da visão, e a segunda em relação à simbologia visual da cena performada, que questiona a marcha cega da sociedade que não tem olhos para o outro – nesse caso, da falta de empatia.

O resultado capturado por lentes de diferentes fotógrafos, será compilado e transformado na exposição que terá depoimentos sobre a experiência e uma conversa sobre o tema. A participação é livre, quem não conseguir se inscrever a tempo e quiser comparecer, poderá levar uma venda, ou lenço para os olhos e procurar pelo movimento nos horários e locais combinados. Ao final da exposição, três fotografias serão doadas para serem leiloadas com renda destinada à Instituição Braille de Santos.

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