Oficinas Querô realizam teste de elenco para novo curta-metragem dia 13

Por Ivan De Stefano

Quer fazer parte do novo filme produzido pelas Oficinas Querô? Os jovens realizam neste sábado (13/05), das 10 às 17 horas, um teste de elenco para o curta-metragem “Ana”, que abordará questões como racismo e auto-aceitação. O teste é gratuito e não é preciso ter experiência em atuação. Para os papeis principais, serão selecionados dois perfis: uma criança, negra, de 9 a 12 anos, com cabelos crespos e uma mulher negra, de 28 a 35 anos, alta e também de cabelos crespos.

Para os demais papeis que compõem o filme, serão selecionados mais 4 perfis: homem, negro, de 25 a 35 anos; mulher, negra, de 35 a 40 anos; mulher, branca, de 30 a 50 anos; crianças de 9 a 12 anos (sem característica específica). O teste será realizado na Unimonte (Rua Comendador Martins, nº 52 – Vila Mathias). Interessados devem levar o RG e menores de idade devem ir acompanhados com os pais. As filmagens estão programadas para julho. Informações (13) 3233-7084, site http://www.institutoquero.org ou facebook http://www.fb.com/institutoquero.

O Filme

Com duas protagonistas negras, o curta-metragem busca dar representatividade à cultura afro-brasileira e discutir questões como racismo, auto-aceitação e também abordar questões sobre refugiados. Na história, Jeannete é uma professora refugiada do Congo que trabalha como faxineira em uma escola na cidade de Santos. Mesmo não sabendo falar português e com dificuldades de adaptação, ela decide ajudar Ana, uma menina que não se reconhece como negra.

Além da representatividade na atuação, o filme também conta com duas mulheres na escrita do roteiro – Nicolle Ferreira e Isabella Rosa, ambas de 18 anos – e na direção a jovem Vitória Felipe dos Santos que se prepara para dirigir seu primeiro curta-metragem. Com 18 anos, Vitória faz parte das Oficinas Querô 2017, curso de capacitação audiovisual do Instituto Querô, é também universitária em História pela Universidade Católica de Santos e envolvida em causas relacionadas à luta da comunidade negra, fazendo parte do coletivo de mulheres “Fridas”, onde colabora na produção de eventos voltados à cultura afro-brasileira.

 

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