Luis Louis, Vinícius Camargo, Bruna Moraes e mais no Sesc Santos até domingo

Por Sesc Santos

Confira a programação entre os dias 31 de maio e 4 de junho no Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136).

Projeto Santos Rock 013

“Santos Rock 013” é um show que celebra o rock nacional/internacional e vai reunir 13 artistas de primeiríssima qualidade da região, numa apresentação que promete surpreender aos apreciadores do gênero. A banda base será formada por: “Paulo Faria” no contrabaixo e direção musical (Musirama, Expresso, Jorge Benjor, Wanderléa, Tavito), “Andy Sabino” na guitarra (General Tequila, Exagerados, produtor e arranjador) e “Pedro Tinello” na bateria (Almah, General Tequila, Banda Canal 4). Sete vocalistas e três instrumentistas completam o time dos treze músicos que vão se revezar no palco.

São eles: Gibi Wagner (Musirama), Daniel Dias (Via Rock), Cassio Amorim (General Tequila), Aldre Lima (Queen Tribute), Anderson KB (Expresso), André Sugaroni e Tite Franco nos vocais e os instrumentistas: André Pinguim (Bula, Charlie Brown Jr), Lena Papini (Bula) e Nando Basseto (Garage Fuzz). Uma verdadeira seleção de músicos que prometem muita energia num show com 2h de duração e um repertório bastante variado. Fonte do Sapo. Livre/Grátis. 31/05. Quarta, às 20h.

‘Canção para quê?’, com Vinícius Camargo

O espetáculo musical “Canção para quê?”, concebido por Vinícius Camargo, é fruto de sua pesquisa artística sobre o papel que pode cumprir a canção e o cantautor em nosso tempo. Acompanhado dos mesmos parceiros de palco com os quais gravou seu mais recente CD (Unidos do Quintal, destinado ao público infantil), Vinícius apresenta o repertório que conta majoritariamente com composições próprias, em parte já gravadas em seu primeiro CD “Em Risco (2010) e outras ainda inéditas, mas também com obras do Movimento da Nova Trova Cubana (como Silvio Rodriguez e Pablo Milanés) e de importantes compositores brasileiros que influenciam sua produção e sua visão artística. Auditório. Grátis. 31/05. Quarta, das 21h às 22h30.

Show de Bruna Moraes com Bárbara Rodrix

A cantora e compositora Bruna Moraes apresenta seu disco de estreia “Olho de dentro”. O trabalho autoral destaca-se em “Iansã” (composta quando tinha 14 anos), “Zóio de foia” (resultado se sua pesquisa sobre a músicavdo cangaço) e outras. Comedoria. Grátis. 01/06. Quinta, às 21h.

Bate-papo: Akira Kurosawa e as transformações socioambientais

Problematizar espaços-tempos de diversidades e transformações socioambientais e culturais tematizando conceitos inerentes aos estudos da subjetividade no corpo, na palavra, criando interfaces com o cinema. Surge da reunião e confluência de várias áreas de pensamento e criação, aqui representadas pelo meio artístico e acadêmico e, por perspectivas ecologistas que enfatizam a cidadania em relação ao ambiente pela via eco/estética e política do cineasta Akira Kurosawa.

Marcos Antônio dos Santos Reigota Doutor pela Universidade Católica de Louvain. Pós-doutorado na Universidade de Genebra. Realizou estágios de pesquisa na London School of Economics and Political Science(1994); no Institut for Social Research of Frankfurt(1997) com bolsa do DAAD/CAPES e com bolsa da Fundação Japão, na Josai International University em Chiba (2000) e na Sophia University de Tóquio (2005). É membro honorário da Academia Nacional de Educação Ambiental do México. Pesquisador do CIIIEA-Centro Internacional e Interdisciplinário de Investigación y Ensenãnza Aplicada (Oaxaca-México) financiado pelo DAAD. Professor convidado (Lecturer) na Alice Salomon University (Berlim). Bolsista de produtividade científica do Cnpq (Pq-nível 2). Sala 1. Grátis. 01/06. Quinta, às 19h.

Bate-papo: Akira Kurosawa e a influência nas artes visuais

Bate-papo com o artista Rubens Matuck e seu interesse pela obra do cineasta Akira Kurosawa e suas aquarelas. Seu interesse pelo Brasil – meio físico, tipos humanos e modos de vida, manifesta-se desde cedo e dá origem a uma série de viagens pelo país, que passam a constituir o eixo central de sua obra. A cada viagem, um caderno (mais de 80 no total), em que são registrados topografias, morfologias, ecossistemas, plantas e animais de todo tipo. Nos roteiros traçados, o artista-viajante, de forte vocação etnográfica, recolhe e classifica o que encontra: sementes, folhas de árvores, fotos, escritos, brinquedos populares etc.

E, como um bricoleur, constrói suas obras com o auxílio de técnicas diversas: aquarela, pastel, lápis de cor, fotografia. Rubens Matuck Os escritos completam os registros plásticos. Nesse sentido, nota-se uma continuidade entre as produções visual e literária, realizadas de modo paralelo e complementar, além de fortemente comprometidas com a educação e com a defesa do meio ambiente. Não por acaso, o público infantil é alvo privilegiado do trabalho formador e engajado de Rubens Matuck. Sua obra se beneficia do aprendizado e da experiência com diferentes modalidades de expressão artística: pintura, aquarela, desenho, gravura e fotografia. A gravura, que ocupa papel destacado nessa produção, tem início em 1972.

No trabalho observa-se a opção pelas técnicas diretas (como a ponta seca), a madeira ou a chapa de metal. Em relação à obra gráfica, os críticos assinalam a precisão técnica do desenhista e a preocupação com a composição. As paisagens, figuras humanas e animais, como em Peixes, 1985/1987, anunciam preferências do artista, que também realiza retratos. Sala 1. Grátis. 02/06. Sexta, às 19h.

‘Mímica Total’ – Palestra-espetáculo com Luis Louis

Consiste numa palestra-espetáculo, para uma demonstração artística sobre os pensamentos, conceitos e técnicas da Mímica Total. O evento é dividido em cinco partes: 1°) O Véu: performance inspirada nas improvisações realizadas na escola de Jacques Copeau, que tiveram um papel fundamental para a criação da mímica moderna e do teatro físico. 2°) Breve histórico desta forma de arte e as diferenças entre: pantomima, mímica, clown e teatro físico. 3°) Técnica: demonstração com exercícios e performances. 4°) A dramaturgia da Mímica Total: processo de criação e composição de espetáculos. 5°) Bate-papo com a plateia. Com Residência CIAES. Auditório. Grátis. 03/06. Sábado, às 20h.

Orquestra Sinfônica de Santo André

No ano de 1987, o projeto pioneiro de criação da Orquestra Sinfônica de Santo André foi implantado. Desde então, a OSSA comprova ser um organismo de divulgação e irradiação de cultura importantíssimo para Santo André e toda a região. Aquela orquestra jovem criada em 1988 pelo maestro Flavio Florence passou por diversas transformações e ampliações e é hoje um das mais respeitadas orquestras sinfônicas do Estado, graças a sua programação sólida e projetos artísticos diferenciados. Desde março de 2014 a OSSA é dirigida pelo maestro Abel Rocha, que traz sua colaboração para a programação do conjunto.

Sendo o único organismo sinfônico da cidade de Santo André, a OSSA prima por realizar uma série diversificada de espetáculos e ações musicais. A atividade artística da Orquestra Sinfônica de Santo André, em suas diversas facetas, estilos e gêneros, dá suporte a uma programação que inclui espetáculos como óperas, balés, concertos ao ar livre, concertos de música popular brasileira, música de câmara, solistas internacionais, distribuídos em diversas séries organizadas durante o ano. Teatro. R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). Grátis (ttt). 04/06. Domingo, às 18h30.

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