Sesc Santos inicia construção de mapeamento regional da cultura

Por Sesc Santos
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Com o intuito de construir um mapeamento sociocultural e ambiental participativo sobre os modos de viver, manifestações, expressões, práticas artísticas, ambientais e culturais da Baixada Santista, o SESC Santos convidou, no último dia 21, representantes de várias áreas. Estiveram presentes entidades como universidades, poderes públicos (municípios que compõem a Baixada Santista), produtores, artistas, lideranças comunitárias, ativistas culturais, movimentos culturais, ambientais, étnicos, de gênero, de direitos humanos, entidades da sociedade civil que desenvolvem ações ligadas a cultura, educação, direitos, assistência, mobilização social, arquitetura, turismo de base comunitária, esportes, dentre outras representatividades.
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O encontro teve como objetivo apresentar uma proposta de mapeamento aberta à construção coletiva e também para convidar as pessoas e instituições presentes a aderirem a tal processo. O objetivo é a constituição de um grupo que será responsável por definir as diretrizes que nortearão a pesquisa, por meio de um processo de formação em mapeamentos: o projeto aposta no trabalho em rede e na construção de uma “ecologia de saberes” como percurso metodológico.
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A consultora Ana Paula do Val apontou que, além de visualizar as práticas, é preciso que compreendamos os contextos nas quais elas estão inseridas, para não relativizarmos a particularidade de cada local. Pensando nisso, o mapeamento buscará agregar os diversos conhecimentos do grupo e as pesquisas já geradas nestes contextos para compreender como expressões, práticas, modos de viver e de morar se relacionam com seus territórios, seus protagonistas, suas identidades, suas memórias, acesso a políticas e recursos, entre outros aspectos.
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A partir da identificação e diagnóstico mais pormenorizado destas práticas será possível criar um sistema de informações e indicadores que auxiliará no planejamento estratégico (público e privado), na criação de políticas públicas e na definição prioridades da agenda pública. Poderá também articular ações de ordem coletiva, pública, particular, conhecimento acadêmico e não acadêmico, entre outros aspectos, que serão aprofundados e mobilizados no curso deste processo de mapeamento.
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A proposta foi muito bem acolhida pelos participantes, sendo ressaltada a importância de se produzir dados, indicadores e diagnósticos da realidade santista para se avançar nas políticas públicas. Por fim, os presentes afirmaram sua adesão e colaboração com o mapeamento, encaminhando para a construção de uma agenda comum do grupo que se desenrolará nesta primeira etapa em encontros mensais.

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