Arquivo da categoria: Cinema

Filme sobre Martins Fontes será lançado dia 23 na Beneficência Portuguesa

Por André Azenha

“Como é Bom Ser Bom” acompanha um episódio da vida do médico e poeta santista José Martins Fontes (Santos, 23 de junho de 1884 – Santos, 25 de junho de 1937). O filme dirigido pelo cineasta santista Carlos Oliveira (do documentário “Os Canais de Saturnino”) será lançado em 23 de junho, dia do aniversário de Martins Fontes, uma sexta-feira, às 19h, no Salão Nobre da Sociedade Portuguesa de Beneficência de Santos. A entrada é mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível, produto de limpeza, cordas de violão ou violão usado. O evento é beneficente em prol da Associação Esculpir.

Martins Fontes considerava o Hospital Santo Antonio, da Beneficência Portuguesa sua segunda casa, onde ele trabalhou como médico e também veio a falecer. Daí a opção do diretor por lançar seu trabalho no espaço. O evento faz parte da programação da 11ª Semana Martins Fontes (de 17 a 23 de junho), incluída no Calendário Oficial de Santos e realizada pela Academia Santista de Letras em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura. Haverá distribuição de pipoca e guaraná após a exibição do filme.

Filme

O roteiro do filme, escrito pelo ator Osvaldo Araújo e o cinesta, é baseado em uma história real em que a personagem Dona Nízia (nome fictício), mãe de quatro filhos órfãos de pai, não tinha recursos para pagar o tratamento de uma grave doença. Em seu consultório particular, o Dr. Martins Fontes praticava a verdadeira filantropia, tratando de pessoas de baixo ou parco poder aquisitivo, não cobrando as consultas. Dona Nízia fazia e vendia queijadinhas para sobreviver, e só conseguia “pagar” o seu tratamento médico oferecendo queijadinhas a Martins Fontes. Esta história foi contada a Osvaldo Araújo por seu amigo Durval Siqueira, que, quando era adolescente, trabalhava ao lado do consultório de Martins Fontes e também foi personagem da história.

No filme, um avô (Osvaldo Araújo), passeando de bicicleta pela cidade com seu neto de doze anos (Enzo Gasparin), conta para ele a história de Dona Nízia (Ana Maria Souza) e o médico Martins Fontes (Vanderlei Abrelli). O filme ainda conta com a participação do ator Gilberto Coelho e também do ator adolescente Adauto Luiz, que já participou da novela “Carrossel” e da minissérie “Desencontros”, além de outros trabalhos para TV, cinema e campanhas publicitárias.

O curta-metragem, de aproximadamente 20 minutos de duração, é uma produção independente, cujo projeto foi contemplado pelo 5º Concurso de Apoio a Projetos Culturais Independentes no Município de Santos, com recursos do Fundo de Assistência à Cultura – FACULT em 2016. Para a viabilização do projeto, o diretor Carlos Oliveira contou com a parceria de vários profissionais das artes e do audiovisual, além do apoio cultural de diversas organizações, entre elas: Sabesp, Unimonte, Beneficência Portuguesa de Santos, Sociedade Humanitária, Clube do Choro de Santos, Fórum da Cidadania de Santos, Monte Serrat, Castelinho Fantasias, Instituto Histórico e Geográfico de Santos e Fundação Arquivo e Memória de Santos.

A produção teve a participação de 60 pessoas, incluindo elenco e equipe técnica, além de vários colaboradores, e contou com a facilitação da Santos Film Commission. Como a maior parte das cenas do filme foi ambientada na década de 1930, a equipe esmerou-se na pesquisa histórica, direção e produção de arte. Algumas ruas do Centro Histórico de Santos foram utilizadas como locações.

Oficinas Querô iniciam crowdfunding para financiar filme sobre racismo infantil

Por Ivan de Stefano

Você sabia que 2,5 milhões de mulheres negras no Brasil não se reconhecem como negras? Esse é o total de brasileiras que deveriam se declarar negras para que, estatisticamente, os números retratem a mesma proporção racial dos homens, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Parte dessa não identificação surge na infância, período da vida em que as crianças estão formando a visão de si mesmas. Para levantar essa discussão, os jovens das Oficinas Querô estão produzindo o filme ANA e para custear os gastos da pré-produção, estão realizando uma campanha de financiamento coletivo em http://www.kickante.com.br/ana.

O dinheiro arrecadado no Kickante será usado para custear os gastos com transporte, pesquisa de elenco e arte, além de possíveis contratações de profissionais da área. Entre as recompensas estão desde par de convites para estreia do filme, fotos e cartaz do filme para download, além de cursos de cinema oferecidos pelo Instituto de Cinema de São Paulo (www.institutodecinema.com.br) para quem quiser investir na carreira audiovisual, com quase mil reais de desconto.

Além de recompensas para empresas e instituições, como sessão do filme com bate-papo ou oficinas de cinema ministradas pela equipe de jovens educadores do Instituto Querô. A campanha fica no ar até 7 de agosto e os valores podem ser pagos no cartão (em até 6x) ou à vista no boleto. Mais informações pelo facebook http://www.fb.com/institutoquero, instagram http://www.instagram.com.br/institutoquero, ou site http://www.institutoquero.org.

Sobre o filme

Com duas protagonistas negras, o curta-metragem busca dar representatividade à mulher negra, levantar questões como racismo e auto-identificação. “A ideia de produzir o curta surgiu de um dos nossos colegas das Oficinas Querô, que presenciou uma criança que se desenhou como branca durante uma atividade. Nos sensibilizamos com a história e fomos descobrindo entre nós mesmas, meninas no Querô, situações que passamos na infância e decidimos produzir um filme a partir daí, mostrando o que vivem muitas pretas que não reconhecem ou reprimem a própria identidade, vítimas de racismo”, revela a jovem diretora em capacitação pelas Oficinas Querô, Vitória Felipe dos Santos, de 18 anos.

Paralelo ao racismo, o filme também conta a história de Jeannette, uma professora refugiada do Congo que trabalha como faxineira na escola de Ana e mesmo não falando português e com dificuldades de adaptação, decide ajudar a menina na valorização de suas características. “Queremos trazer para as telas um pouco da realidade dos refugiados que vivem no país, as dificuldades e o preconceito que encontram aqui. Para isso, estamos em contato com grupos de refugiados em São Paulo, que nos ajudaram durante toda a adaptação da história”, revela Claudio Maneja Jr, um dos roteiristas do filme e também coordenador de Projetos do Instituto Querô.

Sobre os realizadores

O filme conta com mais duas mulheres na escrita do roteiro – Nicolle Ferreira e Isabella Rosa, ambas de 18 anos, capacitadas nas Oficinas Querô – e na direção a jovem Vitória Felipe dos Santos. Com 18 anos, Vitória faz parte das Oficinas Querô 2017, curso de capacitação audiovisual do Instituto Querô, é também universitária em História pela Universidade Católica de Santos e envolvida em causas relacionadas à luta da comunidade negra, colaborando na produção de eventos voltados à cultura afro-brasileira pelo coletivo de mulheres “Fridas”. Para ser mais fiel à causa negra, o filme conta com a tutoria e co-produção da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – APAN, que luta pela representatividade dos negros no cinema.

Debate e pré-estreia de ‘Sepultura Endurance’ agitam Roxy 4 nesta quarta

Por André Azenha

Quarta-feira, 14 de junho, 19h, acontece a segunda edição do projeto “Cinema Expresso” (“expresso” do café). “Cinema Rock: Sepultura Endurance” é o tema do debate. Estão confirmadas as presenças da produtora do filme, Luciana Ferraz, que é santista, e do diretor do longa, Otavio Juliano.

Participam ainda da mesa Wladimyr Cruz (cineasta e editor do Zona Punk, http://www.zonapunk.com.br), Alexandre Macia, o Pepinho (produtor de shows). A mediação será do jornalista Lucas Krempel, responsável pelo Blog n’Roll (http://blogs.atribuna.com.br/blognroll/) e repórter do jornal A Tribuna.

Pré-estreia

No mesmo dia, 22h15, na sala 1 do Roxy 4 (Avenida Dona Ana Costa, 465, 1º piso, Gonzaga), acontece a pré-estreia do filme “Sepultura Endurance”. Luciana e Otavio também participarão da sessão. Os ingressos já estão à venda (pelo site http://cineroxy.com.br/filme/sepultura-endurance ou na bilheteria do cinema) e têm valor de meia-entrada para todos (R$ 12).

O aguardado documentário conta a jornada da banda de heavy metal Sepultura ao longo de seus 30 anos de história. Trata-se de uma realização da Interface Filmes, com produção de Luciana Ferraz, natural de Santos, e distribuição da O2 Play.

Inscrições abertas para primeira edição do Guaru Curta Cine

Por Prefeitura de Guarujá

Os amantes da sétima arte agora têm a oportunidade de mostrar talento e desenvoltura frente às câmeras, na primeira edição do Festival Guaru Curta Cine. Promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, o festival tem como objetivo discutir, valorizar e difundir a importância do curta-metragem brasileiro, revelando o atual panorama do audiovisual regional.

As inscrições para o festival (que acontece nos dias 11 e 12 de agosto), já estão abertas e prosseguem até o dia 14 do próximo mês. Serão aceitas produções realizadas em qualquer período, sem restrições à data de produção.

Os curtas-metragens passarão a incorporar o acervo do festival, sob o compromisso de não serem divulgados e/ou utilizados para fins comerciais. Para esta edição, o Guaru Curta Cine contará com três mostras, sendo elas em modalidade nacional, regional e videoclipe. Ao todo, 20 filmes e 10 videoclipes serão selecionados.

Os interessados deverão se inscrever pela internet, através do portal da Prefeitura (www.guaruja.sp.gov.br), ou presencialmente na Secretaria de Cultura, que fica na Avenida Dom Pedro I, 350. No portal está disponível aos candidatos regulamento e a ficha de inscrição, além das instruções para o cadastro online.

Para a inscrição presencial, será necessária a ficha de inscrição preenchida; mídia em formato MP4 entregue no CD ou pen drive com as obras inscritas; cópia em anexo dos documentos de identidade (RG) do realizador e/ou produtor do curta-metragem.

Mostra Ecofalante realiza itinerância no Parque Cotia-Pará

Por Lincoln Spada

O patrimônio naval de Fernando de Noronha, o panorama nacional sobre agrotóxicos e a coleta feita por catadores de lixo na capital paulista são detalhados em documentários exibidos na Plataforma Ecofalante, na próxima quinzena, em Cubatão. Trata-se da itinerância da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental em parceria com o Programa Pontos MIS, articulação entre o Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Governo Estadual via Secretaria da Cultura e Prefeitura através das secretarias de Cultura e de Meio Ambiente.

Com abordagem interdisciplinar de temáticas socioambientais, são filmes que estimulam o debate e a reflexão sobre grandes questões da realidade brasileira e mundial. As sessões gratuitas serão em três espaços, entre eles, a UME Dom Pedro 1º (Vila Natal) e a E.E. Júlio Conceição (Vila Couto). Por sua vez, o Núcleo de Educação Ambiental no Parque Cotia Pará (Rodovia Anchieta, KM 56,5, Pista Sul) terá títulos relacionados à ‘Contaminação’ dia 3 (14h) e ‘Povos e Lugares’ dia 4 (14h). Confira a sinopse de cada programa audiovisual.

Filmes sobre ‘Contaminação’

>> ‘Volume Vivo: A Água de Dentro’ (Brasil, 2015, 29 minutos). Direção de Caio Silva Ferraz. O segundo episódio da web-série “Volume Vivo” expõe as possíveis consequências de uma gestão de recursos hídricos que tem como lógica buscar água cada vez mais longe ao mesmo tempo que negligencia as fontes de água próximas.

>> ‘O Veneno Está na Mesa’ (Brasil, 2011, 49 minutos). Direção de Silvio Tendler. O Brasil é, desde 2008, o país que mais consome agrotóxicos no planeta. Muitos desses herbicidas e pesticidas estão proibidos em quase todo o mundo pelo risco que representam à saúde humana e ambiental. O perigo é tanto para os trabalhadores que manipulam os venenos quanto para a população do campo e das cidades que consomem os produtos agrícolas com agrotóxicos.

Filmes sobre ‘Povos e Lugares’

>> ‘Ninguém Nasce no Paraíso’ (Brasil, 2015, 25 minutos). Direção de Alan Schvarsberg. No paraíso da ilha de Fernando de Noronha, espécies em extinção como a tartaruga marinha, que sempre retorna ao local onde nasceu para depositar seus ovos, encontram abrigo e políticas de preservação. Em contrapartida, a espécie humana encontra-se em extinção pela atual proibição do nascimento na ilha. Assim que completam 7 meses de gravidez, as mulheres são forçadas a deixar suas casas rumo a Recife.

>> ‘Feito Torto Para Ficar Direito’ (Brasil, 2015, 53 minutos). Direção de Bhig Villas Bôas. Grande parte do patrimônio naval da humanidade está representada nos barcos tradicionais brasileiros. A obra revela o saber náutico de nossos mestres carpinteiros anônimos, apresenta seus estaleiros artesanais e as comunidades originais onde este saber foi passado de geração em geração, apresentando também as dificuldades encontradas por estes artesãos em dar continuidade a sua prática.

‘Protagonismo feminino no cinema: Mulher-Maravilha’ dá início ao Cinema Expresso

Por André Azenha

O Roxy Lounge Premium, mix de café colonial, choperia e bistrô, começa a funcionar na terça-feira, 30 de maio, a partir das 14h. O mais novo espaço do Cine Roxy, idealizado pelo empresário Toninho Campos e com menu assinado pela cozinheira Cris Guimarães, da Cozinha Zero Treze, promete também ser um movimentado espaço de agitação cultural.

Tanto que, já no dia seguinte, começa o projeto “Cinema Expresso” (“expresso” do café), pensado pelo jornalista, produtor cultural e assessor de ijmprensa do Roxy, André Azenha. Inspirada nos cafés filosóficos, mas com um viés mais “pop”, a programação contará com debates, rodas de conversa e palestras, preferencialmente ligadas à sétima arte, visando promover filmes que estejam chegando às salas de projeção, mas também eventualmente abordando outras áreas.

“Protagonismo Feminino no Cinema: Mulher-Maravilha” é o tema do primeiro debate, que ocorre na quarta-feira, 31 de maio, entre 19h e 20h. Participam Paula Orsatti (coordenadora do curso de cinema da Unimonte), Raquel Pellegrini (cineasta e secretária adjunta de cultura de Santos), Iasmin Alvarez (produtora da Mostra das Minas). A mediação será da jornalista Sarah Campos, editora do blog Sahssaricando (www.sahssaricando.com).

Durante o horário do encontro, o Roxy Premium Lounge fará uma promoção de double chopp (compre um, ganhe outro): Burgman Lager (R$ 9), Schornstein Weiss (R$ 10), Everipa (R$ 13), e Mucha Breja 1 ano (R$ 11). Essa promoção ocorrerá diariamente sempre nesse período entre 19h e 20h. Quem preferir poderá experimentar desde café expresso até os petiscos, lanches, doces e sobremesas preparados pela equipe de cinco profissionais, entre os cozinheiros e garçons.

Mulher-Maravilha

Mais que ser o primeiro longa solo da super-heroína de 76 anos, a produção é vista pelos estúdios como possível divisor de águas na indústria hollywoodiana. Será ele a mostrar que uma superprodução baseada em quadrinhos pode e deve ser estrelado por uma personagem feminina e render bastante dinheiro? Mais que tudo isso, Mulher-Maravilha é um ícone do feminismo. Sua existência influencia e inspira mulheres há décadas.

No filme, que estreia dia 1º de junho e já tem sessões de pré-estreia no dia 31, a princesa das Amazonas Diana (Gal Gadot) foi treinada para ser uma guerreira. Ela vive numa ilha remota e ao conhecer o piloto Steve Trevor (Chris Pine) descobre que o mundo está em guerra. Inconformada em se manter isolada na ilha, ela decide usar seu poder para acabar com o conflito. Um dos produtores é Zack Snyder, que trabalhou com a atriz Gal Gadot em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016) e no vindouro Liga da Justiça, com lançamento previsto para novembro.

Sessão especial de cinema celebra os 70 anos do Festival de Cannes

Por Eduardo Ricci

“Cannes 70 Anos – Além do Glamour” é uma celebração ao cinema que marcou e ainda continua a existir no mais importante Festival da sétima arte no mundo. A produtora de cinema Ricci Filmes realizará em parceria com o Cineclube da Aliança Francesa de Santos, uma sessão especial com a Cine Bike Café, dia 25 de maio, das 19h às 21h.

A programação foi pensada para dar espaço à arte e ir além da cena de celebridades no tapete vermelho, com uma proposta de envolver o público com cinema e conteúdos ricos retratados na história do Festival. A entrada é gratuita e não é necessário retirar ingresso, basta chegar 15 minutos antes e garantir o lugar, a Aliança Francesa fica na Rua Rio Grande do Norte, 98, em Santos/SP.

A apresentação será feita pelo jornalista e cineasta Eduardo Ricci, com a exibição e bate-papo a partir de sete cenas de filmes que marcaram o Festival, experiências em realidade virtual com óculos 360°, cine degustação com a xícara como testemunha, graffit digital e bate-papo com cineastas locais sobre suas produções recentes em cinema.

Cannes 70 Anos

Um Festival cheio de glamour, com um dos tapetes vermelhos mais concorridos do Planeta, mesmo assim Cannes figura entre os grandes eventos mundiais de cinema que consegue colocar a arte em primeiro plano e com grandes momentos de debate sobre o que acontece no mundo real e das telas na atualidade. Mantendo a tradição em criar algo que marque uma edição importante, como esta, o Festival colocou diamantes na Palma de Ouro.

Os 118 gramas de ouro puro da Palma, troféu principal entregue desde 1955, estarão incrustados de 167 diamantes de 0,694 quilate. Desde 2014 o ouro usado na peça é o chamado “ético”, obtido sem abuso de trabalhadores e degradação ambiental, segundo os organizadores. Mais do que uma competição, o evento traz inúmeras ações e mostras paralelas para fazer da pequena grande cidade, um centro de realizações e do pensar sobre a sétima arte.

O 70º Festival de Cannes acontecerá entre os dias 17 e 28 de maio, realizado na cidade francesa que dá nome ao evento. A presidência do júri está sobre as mãos do cineasta Pedro Almodóvar, responsável pela escolha do vencedor da Palma de Ouro/Diamantes.

Michael Haneke, Sofia Coppola, François Ozon, Lynne Ramsay, Yorgos Lanthimos, Todd Haynes e Noah Baumbach estão entre os seletos jurados. Durante a sessão especial com a Cine Bike Café serão abordadas as comemorações e o que estará acontecendo em tempo real no Festival.