Arquivo da categoria: Nortes políticos

Secult de Cubatão abre consulta virtual sobre Plano Municipal de Cultura

Por Lincoln Spada

A fim de dar maior abrangência às discussões da elaboração do Plano Municipal de Cultura, a Prefeitura através da Secretaria de Cultura abre consulta virtual à população para encaminhar propostas de programas e ações para as políticas públicas do setor. O formulário online está disponível no site oficial da Prefeitura ( http://www.cubatao.sp.gov.br ) no quadro “Consulta pública – Plano Municipal de Cultura”.

A consulta faz parte de um amplo conteúdo do SMIIC – Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais e também pode ser acessado pelo link https://tinyurl.com/consultapmc, do próprio Sistema. Recém-lançado pela Secretaria, com objetivo de coletar, sistematizar e interpretar dados públicos, disponibilizando a maior participação popular sobre vários assuntos, como mapeamento de artistas, espaços e dados referentes às legislações municipais da cultura.

Na última semana, a Secult e o Conselho Municipal de Política Cultural iniciaram as discussões e consultas populares sobre o Plano. Assim, realizaram uma sequência de seis audiências presenciais com a população em diferentes territórios da Cidade. Acompanhe as atividades do conselho e do plano em: http://fb.com/cubataocmpc .

 

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Prefeitura de Cubatão oficializa Coral dos Servidores

Por Melchior de Castro Jr.

O Coral dos Servidores Municipais de Cubatão, criado em 2009, agora ganhou o status de oficial a partir de decreto do prefeito Ademário Oliveira. A intenção é ampliar a oportunidade de participação: agora, funcionários das autarquias (CMT, Caixa de Previdência, por exemplo) e servidores da Câmara Municipal também podem integrar o Coral.

Segundo a regente Nailse Machado, o coral poderá contar com até 50 participantes. “Os cantores serão selecionados entre os servidores da administração direta e indireta. Mas havendo vagas remanescentes, será permitida a participação de pessoas da comunidade”.

Nos ensaios semanais, que acontecem todas as segundas-feiras às 12h no Bloco Cultural, a regente destacou que a música pode colaborar para a socialização e ainda despertar a criatividade. “Também ajuda no fortalecimento de relacionamentos interpessoais no ambiente de trabalho”.

Nailse, que também rege os corais da Alfândega e Municipal de Santos, detalhou que o Coral Municipal Zanzalá de Cubatão oferecerá suporte técnico e administrativo para o novo grupo oficial.

 

Pioneiro na Região, SMIIC dispõe de indicadores culturais de Cubatão

Por Lincoln Spada
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O mapeamento de agentes e espaços culturais está sendo iniciado com o lançamento do SMIIC – Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais, desenvolvido pela Prefeitura de Cubatão. Inédita na Baixada Santista, a plataforma virtual gratuita está sendo inserida nesta semana no portal da Prefeitura e já está disponibilizada em: www.smiic.wordpress.com.
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Uma das prioridades da atual Administração Municipal, o SMIIC é um dos compromissos acordados entre Prefeitura e Ministério da Cultura em 2013. Com objetivo de coletar, sistematizar e interpretar dados, trata-se de uma plataforma múltipla de atualização permanente de conteúdos relevantes para transparência, facilitando o monitoramento e avaliação das políticas públicas culturais.
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Além do cadastro de artistas e produtores culturais nos mapeamentos, o sistema também permite que a comunidade acesse a agenda de atividades de formação e difusão artística realizadas ou apoiadas pela Prefeitura desde o início dessa gestão, como também de observar o calendário oficial da Cidade, dados sobre organograma e funcionamento da Secult e informações sobre conselhos, patrimônios e legislação municipal referente ao setor cultural.
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Mapeamentos culturais
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Embora seja um novo modelo colaborativo de informações públicas na Baixada Santista, é comum nos últimos anos a realização de plataformas com a mesma finalidade do SMIIC. Nesse sentido, o sistema cubatense tem como base as referências de mapeamentos e sistemas similares de indicadores do setor em Sorocaba, São Paulo, Belo Horizonte.

Audiências públicas discutem propostas para Plano Municipal de Cultura

Quais os seus anseios para as políticas culturais de Cubatão na próxima década? A fim de ouvir as diferentes vozes da comunidade sobre esta questão é que serão realizadas audiências públicas para a elaboração do Plano Municipal de Cultura (PMC), entre os dias 7 e 10 de novembro.
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A agenda da Prefeitura via Secult envolve o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC). “A continuidade da construção e implantação dessa importante ferramenta, que é esse plano estratégico, foi a prioridade apontada por membros do conselho em recente reunião”, comenta o atual secretário da pasta, Pedro de Sá Filho.
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Compromisso de plano de governo da atual gestão, o PMC é o principal componente de planejamento de longo prazo dos municípios brasileiros. Enquanto futura lei, trata-se de um modo de qualificar a gestão pública, assegurar valores e direitos culturais, ampliar políticas para segmentos artísticas, criar indicadores e informações do setor, e, consecutivamente oferecer transparência e melhores serviços à população.
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Assim, as audiências serão a partir do dia 7 (terça-feira), às 19 horas, simultaneamente na UME Estado de Alagoas (Faixa do Oleoduto, s/nº, Pinhal do Miranda) e na UME Padre Manoel da Nóbrega (Av. Beira Mar, 1392, Jardim Casqueiro).
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Já no dia 9 (quinta), às 19 horas, será a vez das audiências na UME D. Pedro 1º (R. S. Francisco de Assis, s/nº, Vila Natal) e no Bloco Cultural (Pç. dos Emancipadores, s/nº, Centro). Por fim, no dia 10 (sexta), haverá os encontros na UME Pe. José de Anchieta (R. Salgado Filho, 130, Jd. Anchieta) e na UME Bernado J. M. de Lorena (Av. N. Srª. da Lapa, 785, Vl. Nova).

Sesc Santos debate ‘A Rua é o Palco’ no próximo sábado

Por Corina de Assis e Felipe Veiga
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A rua é um espaço público e democrático de relações sociais e experiências, ou, ao menos, deveria ser. É a partir deste tema que acontece o debate ‘A rua é o palco’, neste sábado, às 15h, no auditório do Sesc Santos (R. Cons. Ribas, 136/Santos). A iniciativa conta com a presença da Orquestra na Rua, Orquestra de Músicos de Rua de São Paulo, Tango na Rua, Trupe Olho da Rua e Jonny Walker.
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Artistas das mais variadas linguagens, numa ação que pode ser considerada uma forma de ativismo, ocupam as ruas divindo sua arte com o público, ressignificando espaços e questionando a “ordem estabelecida das coisas”. A instituicionalização ou a repressão são reações com as quais esses artistas e a sociedade tem que lidar.
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Qual o caminho que as instituições e os poderes públicos tem escolhido para  lidar com isso? Como o público e os artistas se relacionam com essa prática/linguagem? Serão essas questões a serem partilhadas em diferentes perspectivas no debate cultural.

Centenário da Revolução Russa é tema de sarau e debate em Santos

Por Assoc. Cultural José Martí/BS
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O centenário da Revolução Russa pauta uma agenda especial nesta semana em Santos. Na sexta-feira (20/out), às 19h30, o Campus Silva Jardim da Unifesp (R. Silva Jardim, 136/Santos) sedia o debate ‘É posssível construir uma nova sociedade sem revolução social?’.
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Nesta noite, diversas entidades da Baixada Santista propõem esta reflexão, sendo as discussões realizadas com a participação de Breno Altmam, Marcelo Buzetto, João Guilherme e Mauro Iasi, com a mediação feita por Danilo Nunes.
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Por sua vez, no sábado (21/out), às 20 horas, acontece o Sarau Cultural, com música, teatro, dança e poesia com o Coletivo Manifesta. A iniciativa será na Associação Cultural José Martí da Baixada Santista, na Rua Joaquim Távora, 217/Santos.

Sesc Santos inicia construção de mapeamento regional da cultura

Por Sesc Santos
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Com o intuito de construir um mapeamento sociocultural e ambiental participativo sobre os modos de viver, manifestações, expressões, práticas artísticas, ambientais e culturais da Baixada Santista, o SESC Santos convidou, no último dia 21, representantes de várias áreas. Estiveram presentes entidades como universidades, poderes públicos (municípios que compõem a Baixada Santista), produtores, artistas, lideranças comunitárias, ativistas culturais, movimentos culturais, ambientais, étnicos, de gênero, de direitos humanos, entidades da sociedade civil que desenvolvem ações ligadas a cultura, educação, direitos, assistência, mobilização social, arquitetura, turismo de base comunitária, esportes, dentre outras representatividades.
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O encontro teve como objetivo apresentar uma proposta de mapeamento aberta à construção coletiva e também para convidar as pessoas e instituições presentes a aderirem a tal processo. O objetivo é a constituição de um grupo que será responsável por definir as diretrizes que nortearão a pesquisa, por meio de um processo de formação em mapeamentos: o projeto aposta no trabalho em rede e na construção de uma “ecologia de saberes” como percurso metodológico.
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A consultora Ana Paula do Val apontou que, além de visualizar as práticas, é preciso que compreendamos os contextos nas quais elas estão inseridas, para não relativizarmos a particularidade de cada local. Pensando nisso, o mapeamento buscará agregar os diversos conhecimentos do grupo e as pesquisas já geradas nestes contextos para compreender como expressões, práticas, modos de viver e de morar se relacionam com seus territórios, seus protagonistas, suas identidades, suas memórias, acesso a políticas e recursos, entre outros aspectos.
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A partir da identificação e diagnóstico mais pormenorizado destas práticas será possível criar um sistema de informações e indicadores que auxiliará no planejamento estratégico (público e privado), na criação de políticas públicas e na definição prioridades da agenda pública. Poderá também articular ações de ordem coletiva, pública, particular, conhecimento acadêmico e não acadêmico, entre outros aspectos, que serão aprofundados e mobilizados no curso deste processo de mapeamento.
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A proposta foi muito bem acolhida pelos participantes, sendo ressaltada a importância de se produzir dados, indicadores e diagnósticos da realidade santista para se avançar nas políticas públicas. Por fim, os presentes afirmaram sua adesão e colaboração com o mapeamento, encaminhando para a construção de uma agenda comum do grupo que se desenrolará nesta primeira etapa em encontros mensais.