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Bazar Cafofo realiza edições semanais no bairro da Pompéia

Por Luiz Fernando Almeida
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Desde agosto, o Bazar Cafofo esta em novo local e com novos dias e horários de funcionamento. O evento acontece semanalmente no Conversa Fiada Bar (Rua Ceará, 68/Santos) sempre as sextas-feiras das 9h às 16h e aos sábados das 10h às 17h. A entrada é franca. Em caso de chuva, o evento é cancelado.
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O Bazar Cafofo é um espaço onde qualquer um que tenha interesse em empreender nas áreas de moda, arte, design, acessórios, gastronomia e confeitaria pode se jogar – inclusive marcas que já existem, mas que querem se reinventar! Já realizou edições em Santos, São Paulo, São Vicente, além de edições especiais em eventos como Santos Jazz Festival e Sansex – Mostra da Diversidade de Santos.
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Alem disso, outros projetos já foram realizados, como o Bazar Cafofinho, Cafofo Novos Talentos, CafofoMob, Cafofo MicroClub, Cafofo Pop Up Store, Cine Cafofo, entre outros, foram realizados. O Bazar também conta com sua marca de produtos personalizados, a Cafofo Pop Up Store que tem lojinha on line, atrelada à sua fanpage.
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O Cafofo traz sempre uma seleção exclusiva de moda, design, arte, gastronomia e música, sob os cuidados do ator e produtor cultural Luiz Fernando Almeida. Por sua vez, a Rádio Cafofo traz playlists com uma variedade sonora que vai desde brasilidades à musica eletrônica, o dia todo animando o evento. Ainda, o público pode contribuir com a ABASE doando um quilo de alimento não perecível que pode ser deixado no stand da instituição.

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A ‘cara’ do Revelando SP: Conheça participantes do evento

Por Secretaria de Cultura de São Paulo
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Dona Lúcia, de Cruzeiro: “Não tem como mudar a história, porque a história não muda”
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Foi por causa do Revelando São Paulo que a dona Lúcia, de 64 anos, se “especializou” na produção do arroz vermelho com suã, comida típica de Cruzeiro. Em uma das primeiras edições do festival, há 20 anos, foi quando a culinarista ouviu falar do prato e começou a sua pesquisa para aprender a iguaria.
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“O suã é a coluna do porco. Eu e minha amiga fomos atrás dos mais velhos, perguntamos como que fazia. Aí um contava uma versão, outro contava outra e foi enriquecendo”, explica.
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Diz a história que o prato é uma herança dos tropeiros, que no Brasil colonial faziam o comércio entre o sul e sudeste. “Quando eles passavam na região, eles iam em uma fazendinha que tinha na época que plantava esse arroz e iam comer essa comida, porque ela dá sustância. E é verdade, se você almoçar o arroz vermelho, você não janta”.
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Produção local
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Todos os ingredientes que dona Lúcia utiliza no preparo do arroz vermelho com suã são adquiridos de produtores locais. “O produto tem mais qualidade, dura mais e não tem veneno”, diz.
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A primeira vez que dona Lúcia preparou o prato foi para a família. “Fizemos do jeitinho que a história conta, acompanhado de mandioca, couve e torresmo”. O próximo passo foi levar o arroz com suã para o Revelando. E o sucesso foi tanto que, quem for a Cruzeiro hoje, pode provar a iguaria aos domingos, no Bosque Municipal.

Dona Irene – Paraíbuna: “Eu amo fazer bolinho de chuva. E eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”
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A família de Irene Fernandes Neves veio de Minas Gerais para São Paulo, em Paraíbuna, onde ela nasceu, há 62 anos. Original da roça, dona Irene é muito ligada às tradições passadas da avó para a mãe e, por fim, para ela. E, a principal delas, a arte de fazer bolinho de chuva.
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“As pessoas que trabalhavam na roça, quando voltavam cansadas para casa no final do dia, o que elas podiam fazer para comer? Tinha que ser uma coisa prática, rápida. E, principalmente, quando chegava na época da chuva, parecia que pedia o bolinho de chuva”, conta.
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Dona Irene cresceu, casou e, quando tinha 32 anos, se mudou para a cidade. A tradição permaneceu e ela continuou fazendo o doce para a família, amigos, vizinhos. E, apesar de afirmar que sua receita não leva nenhum ingrediente secreto, seus bolinhos fizeram tanto sucesso que logo ela foi convidada para participar de feiras regionais do Vale do Paraíba. “Eu amo fazer bolinho de chuva e eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”.
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Foi por causa de seu bolinho, servido com café torrado, socado no pilão, coado no coador de pano e servido na canequinha de ágata que ela foi convidada para participar da primeira edição do Revelando São Paulo, representando a região, em 1997. “Mesmo morando na cidade, eu não perdi o jeito da roça. Eu uso todas as minhas panelas de ferro, minha chaleira de ágata. Você vai ver quando a gente estiver em São Paulo! Eu e meu marido conservamos tudo porque sempre soubemos que um dia nós iríamos usar. E nós usamos. Eu levo para todas as edições do Revelando”, diz.
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Kambuquira, de Guararema: “Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”
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Há 30 anos quando conheceu Emília, hoje sua esposa, Denílson José Ferreira, 49, se mudou de Lagoinha, no Vale do Paraíba, para Guararema. A cidade, que fica aos pés da Serra da Bocaína, possui o único centro de peregrinação brasileiro de São Longuinho, santo popular “achador” das coisas e causas perdidas. Realizado uma vez por ano, devotos de todo o Brasil vão até a cidade pagar suas promessas e graças dando pulinhos e comendo a tradicional galinhada de São Longuinho.
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A relação de Denílson com a galinhada teve início há quase 13 anos. Ele, que foi dono de bar e de uma confecção de sapatos, teve um problema de saúde que o obrigou a ficar em casa. Foi aí que Kambuquira, como é conhecido, se interessou pelo prato típico. “Quando eu tive esse problema de saúde tive que ficar em casa de repouso. Para não ficar parado, eu fui até o restaurante de um amigo para aprender a fazer o prato. Falei com a minha esposa e começamos a fazer em casa”, conta Kambuquira.
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Aprovada pela família e amigos, a galinhada fez tanto sucesso que o casal abriu um restaurante. Além do carro chefe, eles fazem também a paella caipira.
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“A galinhada é uma só, mas cada um faz do seu jeito. Na minha receita eu uso só a sobrecoxa, sem pele para não ficar com muita gordura. A primeira parte é cozinhar o frango e tudo é feito no carvão, para ficar com aquele gostinho de feito no fogão à lenha. A gente usa a paellera aí vai azeite, cebola, tomate, pimentão e alho. Colocamos um tempero nosso caseiro que vai salsinha e cebolinha. Coloco a sobrecoxa sem pele e vai mais açafrão e coloral para dar aquela corzinha bonita. Aí já acrescenta o arroz e parmesão ralado. Por último faço a decoração”, explica.
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O sucesso foi tanto que Denílson foi convidado a representar Guararema e levar sua galinhada para o Revelando São Paulo. “Todo mundo que fala em galinhada em Guararema fala que a minha é a melhor que tem. Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”, se orgulha.

Audiências públicas discutem propostas para Plano Municipal de Cultura

Quais os seus anseios para as políticas culturais de Cubatão na próxima década? A fim de ouvir as diferentes vozes da comunidade sobre esta questão é que serão realizadas audiências públicas para a elaboração do Plano Municipal de Cultura (PMC), entre os dias 7 e 10 de novembro.
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A agenda da Prefeitura via Secult envolve o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC). “A continuidade da construção e implantação dessa importante ferramenta, que é esse plano estratégico, foi a prioridade apontada por membros do conselho em recente reunião”, comenta o atual secretário da pasta, Pedro de Sá Filho.
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Compromisso de plano de governo da atual gestão, o PMC é o principal componente de planejamento de longo prazo dos municípios brasileiros. Enquanto futura lei, trata-se de um modo de qualificar a gestão pública, assegurar valores e direitos culturais, ampliar políticas para segmentos artísticas, criar indicadores e informações do setor, e, consecutivamente oferecer transparência e melhores serviços à população.
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Assim, as audiências serão a partir do dia 7 (terça-feira), às 19 horas, simultaneamente na UME Estado de Alagoas (Faixa do Oleoduto, s/nº, Pinhal do Miranda) e na UME Padre Manoel da Nóbrega (Av. Beira Mar, 1392, Jardim Casqueiro).
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Já no dia 9 (quinta), às 19 horas, será a vez das audiências na UME D. Pedro 1º (R. S. Francisco de Assis, s/nº, Vila Natal) e no Bloco Cultural (Pç. dos Emancipadores, s/nº, Centro). Por fim, no dia 10 (sexta), haverá os encontros na UME Pe. José de Anchieta (R. Salgado Filho, 130, Jd. Anchieta) e na UME Bernado J. M. de Lorena (Av. N. Srª. da Lapa, 785, Vl. Nova).

‘Leia Santos’ comemora 11 anos de atividades na Cidade

Por Secult Santos
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Com o propósito de despertar o interesse pela leitura, o projeto Leia Santos – Um Incentivo à Leitura, da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), comemora 11 anos de atividade neste mês de outubro. Até o último mês de agosto, a iniciativa contabilizou 355 eventos, nos quais foram distribuídos gratuitamente à população 34.467 livros e 23.358 gibis, com 19.296 leitores atendidos.
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Apenas neste ano ocorreram 31 edições, nas quais foram entregues 3.636 livros e 2.262 gibis ao público, contemplando 3.257 leitores em ações itinerantes, realizadas com o auxílio da biblioteca móvel do projeto, levando a diversos bairros da Cidade os programas ‘Adote um Livro’, ‘Adote um Gibi’ e o infantil ‘Baú de Letrinhas’, que consistem na distribuição gratuita de exemplares literários.
Outra ação do projeto, contemplado em 2012 com o prêmio Proler – Programa Nacional de Incentivo à Leitura na categoria Comunidade, é o ‘Espaço Leitura’, com cadeiras e mesas para a leitura de jornais, revistas e dos títulos adotados. O Leia Santos engloba ainda o ‘Espaço Pintura’, com atividades recreativas para as crianças, além do ‘Varal de Poesias’ e das ‘Exposições Literárias’, que destacam poemas dos principais atores nacionais e regionais.
Agenda de outubro
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Neste mês de outubro, a programação itinerante do Leia Santos ocorre no próximo dia 6, das 10h às 14h, comemorando o Dia da Praça Mauá, no Centro Histórico. No dia 19, marca presença em mais uma edição do projeto ‘Cine Letras’, que exibe filmes com temática literária, às 14h, no Cine ZN – Sala Toninho Dantas (Av. Afonso Schmidt, s/nº, no Areia Branca). Já no dia 22, das 9h às 13h, estará no Domingo de Lazer, na orla do Gonzaga, próximo ao Canal 3. A Praça Bruno Barbosa, no Castelo, recebe a celebração do aniversário do Leia Santos no dia 26, das 10h às 14h.
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As atividades continuam no dia 27, das 18h às 22h, em mais uma edição do projeto Sexta com Arte, realizada pela Secult no Centro de Atividades Integradas (Cais) Milton Teixeira (Av. Rangel Pestana, 150, Vila Mathias). No dia 29, quando é comemorado o ‘Dia da Doação de Livros e do Incentivo à Leitura, ocorre na Praça da Independência, no Gonzaga.
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Leve, Leia, Doe
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Desde 2015 o projeto Leia Santos realiza o programa ‘Leve, Leia, Doe’, que consiste na distribuição gratuita de livros em estandes montados em vários pontos da Cidade. A ideia é que a pessoa retire o livro gratuitamente, leia e depois devolva a obra no local em que a retirou ou em outro estande do projeto, possibilitando que outra pessoa leia o mesmo exemplar. Ou então faça a doação de novos exemplares.
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Por meio do projeto, que conquistou em 2016 o prêmio Proler na categoria Secretaria de Cultura, já foram recebidas mais de 45.800 publicações. Dessas, 3 mil foram encaminhadas às bibliotecas municipais e mais de 20 mil disponibilizadas nos vários estandes do projeto espalhados pela Cidade.
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Os postos de distribuição gratuita do ‘Leve, Leia e Doe’ funcionam no Ambulatório de Especialidades (Av. Conselheiro Nébias, 199, Paquetá), Ambulatório de Especialidades da Zona Noroeste (Rua Luiz Gomes Cruz, s/nº, Castelo), Aquário Municipal de Santos (Av. Bartolomeu de Gusmão, s/nº, na Ponta da Praia), Paço Municipal (Praça Mauá, s/nº, no Centro Histórico), Policlínica da Ponta da Praia (Praça Primeiro de Maio, s/nº) e Policlínica da Caneleira (Rua Francisco Ferreira Canto, 351, Vila São Jorge).
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Também está presente nas policlínicas do Morro Nova Cintra (José Ozéas Barbosa, s/nº), Morro São Bento (Rua das Pedras, s/nº), Rádio Clube (Av. Hugo Maia, s/nº), São Manoel e Piratininga (Praça Nicolau Geraigire, s/nº), Campo Grande (Rua Carvalho de Mendonça, 607), Sesc-Santos (Rua Conselheiro Ribas, 236, no Aparecida), Unidade de Saúde da Família do Caruara (Rua Andrade Soares, 422).
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Mais pontos são a Hemeroteca Municipal Roldão Mendes Rosa (Av. Senador Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias – piso térreo), Biblioteca de Artes Cândido Portinari (Av. Rangel Pestana, 150, na Vila Mathias) e no Orquidário Municipal de Santos (Praça Washington, s/nº, no José Menino).

Baobá Coletivo de Arte se apresenta no Parque Vila de SV

Por Baobá Coletivo de Arte

Neste sábado (dia 5), às 19h, o Baobá Coletivo de Arte realiza mais uma apresentação do Projeto PRETUme. Dessa vez, a apresentação cênica está prevista no Parque Cultural Vila de São Vicente (Praça João Pessoa). “Espaço que que carrega por si só grande parte da nossa história e cultura afro-brasileira”, cita o organizador e ator Bruno Oliveira.

 

Mostra Cine Debate #DOC será realizada no Cine Arte Posto 4

Por Dino Menezes

Com o intuito de questionar e debater os problemas da sociedade por meio do cinema, a primeira edição do ‘#Doc’ traz a exibição das produções ‘Noisdarua’ e ‘Luz, Câmera, Inclusão – Um filme sobre a Luta Antimanicomial’. Logo após a sessão haverá debate com Rafael Moreira, doutor e mestre em ciência politica pela USP; Leonel Lobo, assistente social; e com o cineasta Dino Menezes. A sessão gratuita será nesta quarta-feira (dia 2), às 21h, no Cine Arte Posto 4 – Sala Rubens Ewald Filho (Orla do Gonzaga).

>> “NOISDARUA”
O filme é uma homenagem aos 80 anos do dramaturgo santista Plínio Marcos. Foi produzido a partir de uma passeata de moradores de rua. Um mergulho no mundo dos excluídos, invisíveis a uma sociedade cega e a um sistema excludente. Produção Dino Filmes. Cor /10m26s / Doc / Santos SP

>> “Luz, Câmera, Inclusão, Um filme sobre a Luta Antimanicomial.”
A obra faz uma viagem de volta à década de 1980 para contar a história da Casa de Saúde Anchieta, em Santos, que naquela época ficou conhecida como Casa dos Horrores. O lugar era um retrato do abandono e descaso dos manicômios espalhados pelo Brasil, sempre marcados pela superlotação, falta de profissionais, maus-tratos. Cor / 30m / Doc / Santos SP

 

Projeto Antro Hilda Hilst ministra oficinas no Cais Vila Mathias

Por Projeto Antro Hilda Hilst

Na terça-feira (23), o projeto Antro Hilda Hilst (AntroHH) chega em Santos para ministrar oficinas para as crianças do programa ‘Escola Total – Jornada Ampliada’ do núcleo Centro de Atividades Integradas (Cais) Vila Mathias (Av. Rangel Pestana, 150). Os pequenos atendidos pela unidade participam de workshops de música, teatro e colagem. O início das atividades está marcado para as 13h.

Antro Hilda Hilst

Festival de oficinas, performances e mostras interativas inspiradas na escritora paulista Hilda Hilst, o projeto foi premiado pelo Edital de Festivais de Arte Programa de Ação Cultural (ProAC) do Governo do Estado São Paulo.

Com produção da Cama Leão e apoio do Institutos Hilda Hilst e Criar de TV, Cinema e Novas Mídias, o projeto itinerante utiliza a arte-educação como ferramenta de transformação social e garante acesso ao fazer artístico para crianças, jovens e adultos. Outras informações no site http://www.antrohh.com.