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Em SV, estão abertas as inscrições para a Encenação 2018

Por Prefeitura de São Vicente

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O maior espetáculo em areia de praia do mundo está de volta. A partir dessa terça (17), os interessados em participar da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente já podem fazer a inscrição para participar do grande elenco da apresentação que integra os 486 anos da Cidade, celebrados em 22 de janeiro.
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A expectativa da Secretaria de Cultura é de contar com cerca de 1 mil atores da comunidade vicentina. As inscrições podem ser realizadas em dois locais: Parque Cultural Vila de São Vicente (Praça João Pessoa – Centro) ou Subprefeitura da Área Continental (Avenida Ulysses Guimarães, 211 – Jardim Rio Branco) até o dia 27, das 9 às 17h. Nos dias 21 e 22 (fim de semana), o Parque fará plantão.
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Para se inscrever, é necessário apresentar um documento de identidade e uma foto 3×4. A idade mínima é 12 anos. Menores de idade devem ter a permissão dos pais ou responsáveis para participar.
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7ª Encenação da Paixão de Cristo é apresentada em Praia Grande

Por Prefeitura de Praia Grande

Um dos espetáculos mais esperados de Praia Grande acontece nesta sexta-feira (14). A 7ª Encenação da Paixão de Cristo será apresentada no Pavilhão de Eventos Jair Rodrigues, às 19h30, com entrada gratuita. A Encenação faz parte do calendário oficial de eventos da Cidade e vem emocionando o público desde sua primeira apresentação. Apresentado ao ar livre em todas as outras edições, neste ano o espetáculo será levado ao Pavilhão para proporcionar mais conforto a moradores e turistas que prestigiarem o evento.

A história do homem que deixou uma mensagem de amor a toda a humanidade é contada através da narrativa da musa Calíope, filha de Zeus, fazendo uma mistura de crenças. De acordo com o diretor e escritor do espetáculo, Rodrigo Pompeu, a Encenação da Paixão de Cristo não é uma peça religiosa. “A história de Jesus Cristo pode ser contada e interpretada de várias formas. Nosso objetivo não é religioso. Pessoas de todas as religiões podem assistir ao espetáculo porque a fé é algo subjetivo. O formato é totalmente lúdico para que possamos passar mensagens de amor e desapego aos bens materiais”.

Rodrigo continua, destacando que o espetáculo é ecumênico e totalmente artístico. “Este ano inserimos a mitologia grega na história, mudando a narrativa, como fazemos anualmente. A morte e vida de Jesus Cristo é contada sempre de uma forma diferente. O enredo é igual, é algo cravado na história. Porém a forma como essa história é contada é o que diferencia a Encenação”.

São cinco palcos no total e mais de 80 atores envolvidos na produção. “A comunidade participa da Encenação há anos. Não são atores profissionais, mas a dedicação é enorme. Todos comparecem aos ensaios, ajudam com o figurino e encaram o trabalho com muita seriedade, tanto que o espetáculo é assistido por centenas de pessoas, todos os anos”, afirma Rodrigo.

Neste ano, a Encenação da Paixão de Cristo terá, além da forte presença da mitologia grega, uma narrativa circular, como conta o diretor do departamento de Gestão Cultural da Secretaria de Cultura e Turismo, Renato Paes. “Começamos o espetáculo com a morte de Jesus Cristo e depois voltamos ao início, culminando novamente com a morte e a ascensão deste que pregou o amor a toda humanidade”.

Segundo Renato, o sucesso do espetáculo está nas narrativas diferenciadas a cada ano, e também na proposta e mensagem principal a ser passada ao público. “Sempre temos novidades em cada Encenação e neste ano não será diferente. Uma musa da mitologia grega fará a narrativa do espetáculo. Isso já mostra que o espetáculo não é religioso e sim uma forma de arte, expressando uma mensagem importante para todos: a morte é a única certeza que temos na vida. Sendo assim, o que você faria com o dia de hoje, sabendo que o que temos é apenas o momento presente?”, finaliza.

 

Encenação da Vila de SV será do dia 21 ao 25; confira pontos de ingressos

Informações de A Tribuna On-Line

Os 4,5 mil ingressos para os dois primeiros dias da apresentação da Encenação da Vila de São Vicente estão esgotados. Ainda é possível trocar alimentos não perecíveis para assistir ao espetáculo nas demais datas. A encenação será entre este sábado (21) e a próxima quarta-feira (25), sempre às 20h30, na arena montada na Praça Tom Jobim, no Gonzaguinha.

Para garantir o ingresso, é preciso trocar um quilo de alimento não perecível (menos açúcar e sal) em um dos oito pontos de troca credenciados pela Prefeitura. O horário de atendimento é das 9h às 17h, com exceção dos dois postos do comércio local, onde a troca pode ser feita dentro do expediente do estabelecimento. Crianças até cinco anos não precisam de bilhete.

O tema da Encenação deste ano é ”Reconstrução da Cidade”. O espetáculo contará com 800 pessoas da comunidade, que contracenarão com Robson Barbosa e Isabelly Indaui, vencedores do último concurso Martim Afonso e Ana Pimentel. Também estão no elenco Marissol Dias (Índia Bartira) e Rick Moreno (João Ramalho). Os atores Luciano Szafir e Jairo Martins farão participação especial nesta edição. No domingo (22), aniversário de 485 anos da Cidade, o espetáculo receberá o ministro da Cultura, Roberto Freire. Confira os postos de troca:

– Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente (R. Frei Gaspar, 280 – Centro)
– Secretaria de Cultura (Av. Embaixador Pedro de Toledo, 593 – Biquinha);
– Fundo Social de Solidariedade (R. Benedito Calixto, 205 – Centro);
– Oficinas Culturais (R. Tenente Durval do Amaral, 72 – Catiapoã);
– Subprefeitura da Área Continental (Av. Ulisses Guimarães, 211 – Rio Branco);
– Posto de Informações Turísticas – PIT (Praça Tom Jobim – Gonzaguinha);
– Shopping Vip-X (Rua Frei Gaspar, 535 – Centro)
– Loja Restrito (Rua João Ramalho, 630 – Centro)

 

Inscrições para atores e voluntários da Encenação da Fundação da Vila de SV 2017

Por Lincoln Spada

A partir desta segunda-feira (dia 7), estarão abertas as inscrições para os interessados em participar da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, considerada o maior espetáculo em areia de praia do mundo. Com o tema ‘Reconstrução de uma cidade’, o evento compõe a programação de aniversário municipal, que completará 485 anos. A temporada será entre os dias 21 a 25 de janeiro, às 20 horas, na Praia do Gonzaguinha. A entrada será 1 Kg de alimento não-perecível, sendo toda a arrecadação destinada às entidades Apae, Centro Semente de Luz e Lar Vicentino.

As inscrições podem ser feitas até dia 12 de novembro no Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente (Rua Frei Gaspar, 280), das 8h30 às 17 horas. Além de vagas no elenco, há também vagas específicas para colaborar em: lavanderia, chapelaria, arquibancada, entrega de lanches, controladores de acesso aos camarotes, maquiadores e camareiras, entre outras funções.

Para se inscrever, os voluntários devem levar documento de identidade e uma foto 3×4. Este ano, crianças a partir dos 4 anos podem participar. Para a inscrição de menores, será necessária a presença de um responsável com documento de identidade, que vai assinar no local uma autorização. Neste ano, o espetáculo deve contar com a presença de ‘Calixtos’, que farão intervenção artística em paineis no cenário, além de uma caravela dourada em escultura de arame.

Revista Relevo entrevista secretário de cultura de São Vicente, Amauri Alves

Por Lincoln Spada

Um dos principais nomes da trajetória da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, Amauri Alves participou da produção das primeiras edições dos anos 80, foi um dos articuladores da sua recriação em lei municipal nos anos 90, e, na mesma década, capitaneou o atual formato do maior teatro em areia de praia do mundo: atores globais, mil atores da comunidade, temporada de sessões, etc.

Premiado internacionalmente como diretor da Cia Histórias do Baú, Amauri assumiu a Secult na virada do milênio, durante os ‘500 anos do Brasil’ – época em que as ações culturais evidenciaram historicamente a Cidade. Desde que Bili chegou a Prefeitura em 2013, Amauri retornou à pasta. E em entrevista virtual à Revista Relevo, o gestor aborda sobre a atuação de uma das raras secretarias que não mudou o titular durante todo o mandato do prefeito.

Na atual gestão, a Secult conseguiu reabrir as Oficinas Culturais Prof. Oswaldo Névola Filho e manter diversas atividades formativas, seja convênio com OSs, comissionados, professores voluntários ou parcerias com coletivos da cidade. A transferência do prédio foi benéfica? E a partir das experiências, qual seria o melhor modelo de gestão para o local?

a8A adequação do espaço com conforto, acessibilidade, praticidade e segurança foi essencial para a realização das atividades nas Oficinas Culturais durante nossa gestão. O local atraiu centenas de interessados nas atividades formativas, eventos e apresentações artísticas.

Sobre o modelo de gestão, acredito que uma equipe de técnicos da Secretaria da Cultura pode gerenciar as oficinas em parceria com uma OS, que efetuaria as contratações dos professores e atividades e compra de materiais de consumo. Nesse formato, temos agilidade para substituir modalidades, fornecer material para o desenvolvimento das atividades e programar apresentações artisticas.

Já é muito forte a relação da Encenação de São Vicente com o calendário municipal e a Secult. O secretário já iniciou com elas nos anos 80 e, nestes anos, dirigiu-a enquanto musicais. Neste ano, a crise financeira gerou o cancelamento da edição e o IHGSV decidiu criar o seu próprio evento na sede. Como a Secult vê a alternativa dada pelo instituto e como observa a gestão e o rumo das próximas edições?

Toda e qualquer manifestação cultural é importante para o desenvolvimento do cidadão e da cidade. Qualquer grupo ou instituição pode contar teatralmente uma mesma história. Tradicionalmente, a Encenação da Fundação da Vila de São Vicente é o maior espetáculo de teatro realizado em areia de praia do mundo, no local, onde hipoteticamente os fatos históricos aconteceram. O espetáculo do Instituto Histórico teve outro formato e foi realizado em outro local.

De toda a região, a Secult de São Vicente foi a que mais investiu em ações de intercâmbio, seja com as cidades-irmãs Zacatecas (México) e Naha (Japão), seja com atividades com artistas da Espanha, Portugal, Argentina e Paraguai, tendo vivenciado um festival internacional de teatro infantil. Como a secretaria analisa o legado desse intercâmbio para os artistas locais?

a2Acrescento ainda Peru, Equador, Suécia e Nigéria. Essa política gera muitas possibilidades. A possibilidade de troca de saberes, aperfeiçoando o conhecimento de artistas locais e potencializando currículos e projetos futuros. A possibilidade de intercâmbios com apresentações, exposições e formações em outros países, fortalecendo o movimento cultural de São Vicente que ganha notoriedade e repercussão também em terras brasileiras.

A possibilidade de divulgação de nossa cidade através da circulação dos artistas estrangeiros que, ao passarem por São Vicente, divulgam suas realizações na imprensa de seus países de origem, gerando mídia espontânea e fomentando nosso turismo. E a possibilidade de divulgação de nossa cidade através da circulação dos artistas vicentinos em outros países, divulgando nossa arte, nossa história e fomentando a cultura da paz.

a4Nossa gestão proporcionou possibilidades para diversos artistas dos mais variados segmentos, onde alguns deles viajaram para outros países e outros criaram vínculos profissionais e afetivos com artistas que por nossa cidade passaram.

As artes urbanas e a dança foram os segmentos que mais despontaram em projetos de apoio, como o Vias Vivas, Festival de Quadrilhas Juninas, cursos e intercâmbios. Neste ano, a tatuagem ganhou agenda e o artesanato reocupou o Parque Vila de SV. Na avaliação da Secult, o que mudou no panorama dessas quatro áreas nos últimos anos?

a3A grande mudança aconteceu na organização do movimento cultural. Todos tiveram voz e foram ouvidos. Os que se organizaram conseguiram maiores apoios, pois estavam mais envolvidos em busca de resultados e melhorias contínuas em suas áreas de atuação.

Além das novas Oficinas Culturais, a Prefeitura reabriu a Casa da Cultura Afro-Brasileira, mas iniciou ou continuou obras ainda não previstas. Está prevista a entrega neste ano do Cine 3D, Teatro Municipal ou CEU das Artes no Humaitá? Se sim, já há alguma discussão sobre como deve ser o uso desses espaços?

A atual gestão não somente reabriu espaços. Eles foram reestruturados na forma física e no conteúdo. As Oficinas Culturais são o melhor exemplo, e após o restauro do antigo Museu do Escravo, atendendo os anseios da comunidade e entidades envolvidas do seguimento da cultura negra, o local foi rebatizado como Casa da Cultura Afro-Brasileira – Memorial ao Escravizado, que, além da exposição permanente, passou a contar com palestras, encontros, sessões de cinema e eventos relacionados ao tema.

a5Já o Parque Cultural Vila de São Vicente abriu suas portas para o desenvolvimento do artesão local, com espaços para venda e oficinas permanentes, além de reestruturar a Casa da Encenação conforme foi concebida, com exposições de figurinos, fotos, vídeos e adereços do espetáculo.

A reforma no Cine 3D, que estava com sua estrutura totalmente comprometida, teve início com recursos oriundos do DADE, mas não há previsão para o término da obra, da mesma forma que o CEU das Artes no Humaitá. Acredito que a sociedade civil organizada, por meio dos coletivos artísticos e do Conselho Municipal de Políticas Culturais devam participar de discussões para o direcionamento dos novos espaços quando estiverem prontos.

Desde 2013, reportagens citam que São Vicente sofre com vandalismo em patrimônios públicos. Mais recentemente, o Conselho de Defesa do Patrimônio foi à imprensa abordar sobre a Casa Martim Afonso e estátuas na orla. De fato, há uma situação de abandono por parte do Poder Público aos patrimônios históricos?

a3Há uma situação de vandalismo generalizada em todo o Brasil. Cotidianamente recebemos notícias sobre depredação de patrimônios históricos, mobiliário urbano, esculturas, etc, inclusive em nossas cidades vizinhas. O que faltou em São Vicente foram recursos (tanto materiais, quanto humanos) para que as repostas aos atos de vandalismo fossem feitas de forma rápida.

Acredito que um trabalho de educação deva ser realizado nas escolas, tanto públicas quanto privadas, para tentar fazer com que crianças, jovens e adultos compreendam que o que é público é um bem que pertence a todos. Somente assim, através da educação, o problema de vandalismo será resolvido.

A Prefeitura reduziu a verba prevista para a Secult nestes quatro anos em 40%. Ainda assim, do montante estimado na lei em R$ 37 mi, só foram investidos nesse período R$ 14 mi (menos de dois terços). Neste ano, dos R$ 7,8 mi previstos, a Secult só recebeu R$ 1,2 mi (corte de 85%), segundo Portal da Transparência. Até que ponto pode ser atribuído esses índices pela crise financeira, erro de gestão ou a cultura não ser prioridade do prefeito?

O orçamento da pasta de cultura quase nunca é respeitado, municipal, estadual ou de forma federal. É uma das primeiras pastas a sofrer cortes em momentos de crise. Em meu entendimento, o grande problema da falta de recursos para a área da cultura em São Vicente foi decorrente da crise financeira municipal, amplificada pela crise nacional.

Ao reativar o Conselho de Políticas Culturais, a Secult conseguiu articular as leis do Sistema e do Plano Municipal de Cultura, a efetivação do Fundo Pró-Cultura e de legislações sobre o Film Comission e a permissão de bilheteria nos auditórios municipais. Como a secretaria avalia a relação com a sociedade civil e como são oportunas essas leis aprovadas?

a2Desde nossos primeiros meses de gestão, procuramos abrir canais de diálogo entre os fazedores e consumidores de cultura em São Vicente. O desenvolvimento e crescimento do setor está intrinsecamente ligado à organização desses segmentos. Um movimento de cultura onde os objetivos principais sejam coletivos, e não individuais.

Estimulamos o Conselho Municipal de Politicas Culturais a atuar de forma correta, sem a intromissão direta do Poder Público. Em parceria com a equipe da Secult, a cidade ganhou e avançou muito e em pouco tempo na elaboração de leis para o setor cultural. E o mais importante, de forma horizontal.

 

Encenação da Paixão de Cristo de Cubatão será dia 25 de março, no Parque do Trabalhador

Com a participação de 150 atores, entre elenco principal e figurantes, a tradicional Encenação da Paixão de Cristo de Cubatão será realizada na Sexta-Feira Santa, dia 25 de março, às 20h, no Parque do Trabalhador (CSU). Apresentado ao ar livre, o espetáculo está completando 47 anos, sendo considerado um dos mais antigos do Estado, e integra o Calendário Oficial da Cidade.

Organizado atualmente pela Associação Incena Brasil, o espetáculo foi idealizado em 1969 por um grupo de jovens preocupados em movimentar a cena cultural da Cidade. Com apoio do Cônego Antônio Pedron, da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lapa, e o incentivo da Prefeitura, eles realizaram a primeira encenação naquele ano na Avenida Nove de Abril.

Após essa primeira apresentação foi formado o Centro Organizador do Teatro Amador de Cubatão (COTAC), que por anos conduziu a preparação das encenações, sempre com a preocupação de envolver a comunidade. Nos primeiros espetáculos, um cortejo percorria a Avenida Nove de Abril, onde a cada parada eram apresentadas cenas da Paixão de Cristo. O espetáculo foi crescendo a cada ano e passou a ser encenado em outros pontos da cidade até estabelecer-se no Parque do Trabalhador.

Atualmente, com o advento da tecnologia, recursos técnicos foram incorporados à organização artística e à estrutura cenográfica. Hoje, as vozes dos atores são gravadas em estúdio, assegurando ao público uma maior compreensão do roteiro encenado.

Roteiro

A cada edição a história é contada sob a ótica de outros personagens da época e em circunstâncias traçadas em paralelo à história de Cristo. Em 2015, por exemplo, o roteiro apresentou Jesus – Uma Voz no Deserto. Este ano, a produção terá como tema Jesus – O Verbo que Habita em Nós. O título norteia as pesquisas da criação artística e roteirização promovidas pela atriz e diretora teatral Emanuella Alves que, pelo segundo ano consecutivo, assina a direção artística do espetáculo. “É um espetáculo sensível realizado a céu aberto, que tem como justificativa o significado humano, histórico, simbólico, poético e religioso. E por estas características, tanto a encenação dos atores quanto a estrutura física priorizarão o aspecto natural do espaço”, explica a diretora.

Elenco

Os ensaios para a única apresentação do espetáculo já estão sendo realizados aos finais de semana na UME Padre José de Anchieta. O elenco principal terá a participação dos atores Vidah Santos, interpretando Jesus; Angélica Magenta, como Maria; Cícera Carmo, como Madalena; Carlos Tousi será João Batista; Alex Cruz interpreta Caifás; Fernando Rino será Herodes; e ainda Rosane Paulo (Herodíades); Fábio Prado (Pilatos); Rose Vieira (Claudia) e Renan Martiña (Judas).

A Encenação Paixão de Cristo é uma produção da Incena Brasil, com apoio da Prefeitura de Cubatão, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. A entrada para assistir ao espetáculo é um quilo de alimento não perecível.

Serviço:
47ª Encenação da Paixão de Cristo de Cubatão
Dia – 25 de março – Sexta-Feira Santa
Horário – 20h
Local – CSU Parque do Trabalhador (Rua Salgado Filho, 249 – Jd. Costa e Silva)
Ingresso – um quilo de alimento não perecível

*Prefeitura de Cubatão

Encenação de São Vicente não será realizada em 2016

Por questões financeiras, o espetáculo da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente não será realizado em 2016. Diante da dificuldade econômica em todo o País, a Prefeitura decidiu priorizar os recursos para pagamento de demandas urgentes em vários setores.

Para 2016, o espetáculo teve custo estimado em R$ 3,3 milhões. Na atual gestão, a Encenação contou com apoio e patrocínios nos primeiros dois anos (2013 e 2014) pelo Governo do Estado e empresas estatais. Na edição deste ano, o espetáculo contou com financiamento total da Prefeitura.

Apesar da suspensão de vários eventos, conforme determinação às secretarias municipais, por se tratar de espetáculo tradicional que remete à fundação da Cidade, a Prefeitura manteve contatos com representantes dos governos Federal e Estadual, além de diversas empresas para solicitar apoio, o que não ocorreu pelo momento difícil enfrentado em todo o País.

Os recursos do Ministério da Cultura, por exemplo, diminuíram em 30% este ano, com previsão de novos cortes para 2016; também foi reduzida em 10% boa parte dos programas mantidos pela Secretaria de Estado da Cultura.

As condições financeiras implicam na readequação do calendário artístico, fato que infelizmente vem acontecendo em vários municípios já em 2015, onde eventos culturais tradicionais foram cancelados, ou tiveram suas edições adiadas para o ano seguinte, por falta de recursos e apoiadores.

A Encenação

Criada em 1982, a Encenação de São Vicente já teve interrupções pela mesma razão, em edições no início dos anos 90.

*Prefeitura de São Vicente