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Inscrições abertas para expositores participarem do ‘Revelando São Paulo 2017’

Por Secretaria da Cultura do Estado

A Secretaria da Cultura e a comissão organizadora do Revelando São Paulo lançam as inscrições para os expositores interessados em participar da edição 2017 do maior festival de cultura tradicional do Estado.

> Acesse aqui os regulamentos

É possível fazer as inscrições para as categorias Artesanato, Culinária, Rancho Tropeiro, Grupos, Arranchamento interétnico, Divino e Irmandades. Para cada um há regulamentos e orientações específicas, que constam nos materiais abaixo.

O Revelando São Paulo acontece de 29 de novembro a 3 de dezembro, no Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte da Capital. Clique nos links abaixo para acessar os regulamentos e os formulário de inscrição. Para mais informações entre em contato por meio dos emails abaixo: Artesanato artesanatorvsp@gmail.com; Culinária culinariarvsp@gmail.com; Grupos grupossrvsp@gmail.com.

 

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Com resolução, Secretaria da Cultura de SP lança o Filma São Paulo

Por Secretaria da Cultura do Estado

O secretário da cultura do Estado de São Paulo, José Luiz Penna, recebeu profissionais ligados ao audiovisual para apresentar um conjunto de ações voltadas à produção audiovisual paulista. Batizado de “Filma São Paulo”, o programa inclui novidades em toda a cadeia de produção do audiovisual – do desenvolvimento à distribuição das obras. Penna assinou a resolução nº 50, de 29 de setembro de 2017, que formaliza o Programa de Fomento ao Cinema Paulista e regulamenta o aporte de incentivo fiscal das empresas estatais na produção e finalização de projetos cinematográficos de longa-metragem. A resolução é válida também para outras empresas, de natureza pública ou privada, que queiram aportar recursos incentivados no Programa de Fomento ao Cinema Paulista.

O incentivo fiscal via estatais já vinha sendo realizado desde a criação do programa, em 2003. No entanto, a assinatura da resolução formaliza e garante verba para os próximos anos. “A garantia de aplicação de recursos do Estado, por meio da Lei do Audiovisual, é necessária para a produção cinematográfica paulista. Muitos dos projetos já apoiados em anos anteriores ganharam projeção e reconhecimento internacional. Além disso, o cinema tem uma função importantíssima no cenário econômico em que estamos: é uma atividade que gera muitos empregos. Por isso, essa resolução assegura o repasse de valores para o cinema paulista, e isso é somente parte do legado que queremos deixar para o audiovisual”, afirma o secretário José Luiz Penna.

Film Commission

Penna também anunciou a criação de uma Film Commission que tem o objetivo de colocar as cidades de São Paulo como vitrine para produções internacionais. Os municípios interessados em integrar a Film Commission deverão se inscrever em chamamento público e criar incentivos para a produção, que podem ser desde alimentação, hospedagem e transporte até recursos financeiros. “O estado de São Paulo possui cenários que permitem filmar períodos históricos e contextos diversos. A visibilidade conferida aos municípios através das obras cinematográficas fomenta o turismo e ajuda a gerar emprego e renda”, afirma o secretário-adjunto Romildo Campello.

Circuito de Cinema Paulista

A etapa de distribuição e difusão das obras cinematográficas produzidas com patrocínio do Governo do Estado ganha novo impulso com o “Filma São Paulo”. Em parceria com a Spcine, que ajudará a compor a programação, os auditórios do MIS-SP, Memorial da América Latina, Biblioteca de São Paulo e Biblioteca Parque Villa-Lobos, instituições do Governo do Estado de São Paulo, receberão o “Circuito de Cinema Paulista”, programação de filmes com ingressos gratuitos ou a preços populares. Com isso, a Secretaria da Cultura do Estado passa a integrar o circuito Spcine, rede de salas de cinema da Prefeitura de São Paulo.

Secult de Cubatão articula seminário de gestão cultural em agosto

Por Lincoln Spada

Uma parceria inédita foi concretizada pela Prefeitura de Cubatão, através da Secretaria da Cultura, com o Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura. Depois de percorrer várias regiões paulistas desde 2013, o Seminário Olhares da Gestão Cultural será realizado na Câmara Municipal de Cubatão no próximo 31 de agosto, das 8 às 18 horas.

Nesta edição o seminário abordará a elaboração de projetos culturais, comunicação e captação de recursos. O evento contará com palestras de Daniele Torres e Nara Almeida. A primeira mediadora é museóloga, com pós em História da Arte, Gestão da Cultura e Comunicação Empresarial. Sócia da Companhia da Cultura e do Cultura e Mercado, também é diretora do Instituto AES. Nos últimos cinco anos foi a gestora responsável pela captação de recursos do Instituto Brasileiro de Gestão Cultural e do Instituto Brasil Leitor.

Já Nara Almeida é jornalista, mestranda em Comunicação (USP) e gerente de Planejamento Estratégico e Relações Institucionais da Aberje. Também fez especializações pela Syracuse University e pela CBL e extensões pela PUC-SP e pela Cátedra Unesco Memorial. Foi editora da revista Comunicação Empresarial e dos livros Cadernos de Comunicação Estratégica e Prêmio Aberje. Hoje ela coordena o Comitê de Gestão Cultural e criou os Seminários Aberje de Gestão Cultural. É fundadora do Lab de Narrativas de Gêneros e membro do Grupo de Estudos de Novas Narrativas e da iniciativa Mulheres do Brasil.

Toda a programação (gratuita) e o período de inscrições serão divulgados na próxima quinzena. O Seminário Olhares da Gestão Cultural integra o programa Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, ação do Governo Estadual gerida pelo instituto Poiesis. Nestes quatro anos, o evento já percorreu as cidades de Limeira, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, São Carlos, São José do Rio Preto, Sorocaba, São José dos Campos, Votuporanga, Registro e Itapetininga.

Alex Laire ministra oficina básica de fotografia no Jardim Real

Por Lincoln Spada

Estão abertas as inscrições para a oficina básica de fotografia no Jardim Real. Trata-se de uma atividade gratuita coordenada por Alex Laire, pelo programa Oficinas Culturais do Estado de São Paulo. As inscrições seguem até o dia 29 de maio, às segundas e sextas-feiras, das 9 às 16 horas, na Associação de Moradores, Esportes, Lazer e Cultura (Amelac), na Rua Jonas Souza, 100.

Esta ação formativa é a primeira atividade cultural que mobiliza a comunidade na preparação de acolher o Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU das Artes, espaço municipal a ser inaugurado nos próximos meses. As aulas serão de 30 de maio a 8 de junho, às terças e quintas-feiras, das 19 às 21 horas, e sábado, das 14 às 17 horas.

A oficina tem como objetivo adquirir conhecimentos que estimulem os alunos a ter um olhar diferenciado em relação ao universo que vivem, aprimorando os seus conhecimentos sobre a arte de fotografar para obter melhores resultados na prática. Os resultados dos alunos estarão numa futura exposição de artes visuais.

Alex Laire é profissional nascido e residente em Cubatão, realizando cobertura de diversos eventos artísticos do município e região. A oficina integra o programa do Governo de São Paulo via Secretaria de Estado da Cultura com o Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura (da capital paulista) e a Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Cultura.

 

No Novo Anilinas, Coletivo 302 aborda elos de música e teatro neste sábado

Por Lincoln Spada

A música em cena é o tema do novo encontro aberto do ciclo de estudos do Coletivo 302. Da Escola Livre de Teatro de Santo André, o ator, músico e compositor Fabrício Zava ministrará esta atividade gratuita no sábado (dia 11), às 18h, na Sala 2 do Centro Multimídia do Novo Anilinas.

Neste encontro, será debatida a linguagem musical como um instrumento concreto para a criação teatral, seja canções narrativas, seja trilhas sonoras que ambientam e configuram um cenário no imaginário do espectador. A influência da música no ritmo e movimento do espetáculo, a musicalidade no texto e as partituras na dramaturgia e no movimento cênico complementam a mediação de Fabrício com o público presente.

O ciclo de estudos do Coletivo 302 é contemplada pelo Governo Estadual através do ProAC – Programa de Ação Cultural e conta com apoio da Prefeitura Municipal de Cubatão por meio da Secretaria de Cultura. Esta iniciativa é parte de uma produção artística que o grupo teatral de Cubatão desenvolverá neste semestre no Novo Anilinas.

 

Válter Suman não descarta extinguir Secretaria da Cultura de Guarujá

Por Lincoln Spada

É dado como certo o fechamento da Secretaria da Cultura (Secult) de Guarujá, segundo colaboradores da pasta no atual governo. A informação também foi ventilada durante o fórum 5º CulturalMente Santista. Ao lado de outros gestores, o atual titular do órgão, Odair Dias Filho, comentou da possibilidade de extinção da pasta.

À época, Odair ressaltou a aprovação da lei do Sistema Municipal de Cultura. Tal legislação garante a manutenção de um órgão autônomo e exclusivo de cultura (a Secult), além de conselhos, conferências e fundo municipal, a fim de vincular políticas, programas e verbas entre a cidade e o Governo Federal para o setor.

Atualmente, a Secult já tem verba de R$ 6,5 milhões, o equivalente a 0,7% do orçamento municipal – abaixo das médias estadual e nacional. Na campanha eleitoral, o prefeito eleito Válter Suman (PSB) não incluiu uma única linha sobre cultura em seu primeiro plano de governo, que consta no Tribunal Superior Eleitoral. Ao contrário, reforçou o interesse em reduzir pastas.

A Revista Relevo apurou que a ideia inicial do novo governo é de que a cultura esteja na mesma pasta relacionada a turismo, esportes e lazer. Na transição das prefeituras, estes temas serão discutidos em conjunto nas últimas reuniões (12 e 14 de dezembro). Desde o dia 11 de novembro, a equipe de Válter Suman não confirmou essa possibilidade à Revista Relevo.

Para o Diário do Litoral, o novo prefeito antecipa que o setor deve manter o mesmo orçamento em 2017. Ele também afirmou que buscará parcerias público-privadas. Sobre a possibilidade de extinção da Secult, em nota, Válter informou ao jornal: “esta definição será alvo de estudos técnicos e será devidamente informada aos meios de comunicação em tempo oportuno”.

 

Revista Relevo entrevista secretário de cultura de São Vicente, Amauri Alves

Por Lincoln Spada

Um dos principais nomes da trajetória da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, Amauri Alves participou da produção das primeiras edições dos anos 80, foi um dos articuladores da sua recriação em lei municipal nos anos 90, e, na mesma década, capitaneou o atual formato do maior teatro em areia de praia do mundo: atores globais, mil atores da comunidade, temporada de sessões, etc.

Premiado internacionalmente como diretor da Cia Histórias do Baú, Amauri assumiu a Secult na virada do milênio, durante os ‘500 anos do Brasil’ – época em que as ações culturais evidenciaram historicamente a Cidade. Desde que Bili chegou a Prefeitura em 2013, Amauri retornou à pasta. E em entrevista virtual à Revista Relevo, o gestor aborda sobre a atuação de uma das raras secretarias que não mudou o titular durante todo o mandato do prefeito.

Na atual gestão, a Secult conseguiu reabrir as Oficinas Culturais Prof. Oswaldo Névola Filho e manter diversas atividades formativas, seja convênio com OSs, comissionados, professores voluntários ou parcerias com coletivos da cidade. A transferência do prédio foi benéfica? E a partir das experiências, qual seria o melhor modelo de gestão para o local?

a8A adequação do espaço com conforto, acessibilidade, praticidade e segurança foi essencial para a realização das atividades nas Oficinas Culturais durante nossa gestão. O local atraiu centenas de interessados nas atividades formativas, eventos e apresentações artísticas.

Sobre o modelo de gestão, acredito que uma equipe de técnicos da Secretaria da Cultura pode gerenciar as oficinas em parceria com uma OS, que efetuaria as contratações dos professores e atividades e compra de materiais de consumo. Nesse formato, temos agilidade para substituir modalidades, fornecer material para o desenvolvimento das atividades e programar apresentações artisticas.

Já é muito forte a relação da Encenação de São Vicente com o calendário municipal e a Secult. O secretário já iniciou com elas nos anos 80 e, nestes anos, dirigiu-a enquanto musicais. Neste ano, a crise financeira gerou o cancelamento da edição e o IHGSV decidiu criar o seu próprio evento na sede. Como a Secult vê a alternativa dada pelo instituto e como observa a gestão e o rumo das próximas edições?

Toda e qualquer manifestação cultural é importante para o desenvolvimento do cidadão e da cidade. Qualquer grupo ou instituição pode contar teatralmente uma mesma história. Tradicionalmente, a Encenação da Fundação da Vila de São Vicente é o maior espetáculo de teatro realizado em areia de praia do mundo, no local, onde hipoteticamente os fatos históricos aconteceram. O espetáculo do Instituto Histórico teve outro formato e foi realizado em outro local.

De toda a região, a Secult de São Vicente foi a que mais investiu em ações de intercâmbio, seja com as cidades-irmãs Zacatecas (México) e Naha (Japão), seja com atividades com artistas da Espanha, Portugal, Argentina e Paraguai, tendo vivenciado um festival internacional de teatro infantil. Como a secretaria analisa o legado desse intercâmbio para os artistas locais?

a2Acrescento ainda Peru, Equador, Suécia e Nigéria. Essa política gera muitas possibilidades. A possibilidade de troca de saberes, aperfeiçoando o conhecimento de artistas locais e potencializando currículos e projetos futuros. A possibilidade de intercâmbios com apresentações, exposições e formações em outros países, fortalecendo o movimento cultural de São Vicente que ganha notoriedade e repercussão também em terras brasileiras.

A possibilidade de divulgação de nossa cidade através da circulação dos artistas estrangeiros que, ao passarem por São Vicente, divulgam suas realizações na imprensa de seus países de origem, gerando mídia espontânea e fomentando nosso turismo. E a possibilidade de divulgação de nossa cidade através da circulação dos artistas vicentinos em outros países, divulgando nossa arte, nossa história e fomentando a cultura da paz.

a4Nossa gestão proporcionou possibilidades para diversos artistas dos mais variados segmentos, onde alguns deles viajaram para outros países e outros criaram vínculos profissionais e afetivos com artistas que por nossa cidade passaram.

As artes urbanas e a dança foram os segmentos que mais despontaram em projetos de apoio, como o Vias Vivas, Festival de Quadrilhas Juninas, cursos e intercâmbios. Neste ano, a tatuagem ganhou agenda e o artesanato reocupou o Parque Vila de SV. Na avaliação da Secult, o que mudou no panorama dessas quatro áreas nos últimos anos?

a3A grande mudança aconteceu na organização do movimento cultural. Todos tiveram voz e foram ouvidos. Os que se organizaram conseguiram maiores apoios, pois estavam mais envolvidos em busca de resultados e melhorias contínuas em suas áreas de atuação.

Além das novas Oficinas Culturais, a Prefeitura reabriu a Casa da Cultura Afro-Brasileira, mas iniciou ou continuou obras ainda não previstas. Está prevista a entrega neste ano do Cine 3D, Teatro Municipal ou CEU das Artes no Humaitá? Se sim, já há alguma discussão sobre como deve ser o uso desses espaços?

A atual gestão não somente reabriu espaços. Eles foram reestruturados na forma física e no conteúdo. As Oficinas Culturais são o melhor exemplo, e após o restauro do antigo Museu do Escravo, atendendo os anseios da comunidade e entidades envolvidas do seguimento da cultura negra, o local foi rebatizado como Casa da Cultura Afro-Brasileira – Memorial ao Escravizado, que, além da exposição permanente, passou a contar com palestras, encontros, sessões de cinema e eventos relacionados ao tema.

a5Já o Parque Cultural Vila de São Vicente abriu suas portas para o desenvolvimento do artesão local, com espaços para venda e oficinas permanentes, além de reestruturar a Casa da Encenação conforme foi concebida, com exposições de figurinos, fotos, vídeos e adereços do espetáculo.

A reforma no Cine 3D, que estava com sua estrutura totalmente comprometida, teve início com recursos oriundos do DADE, mas não há previsão para o término da obra, da mesma forma que o CEU das Artes no Humaitá. Acredito que a sociedade civil organizada, por meio dos coletivos artísticos e do Conselho Municipal de Políticas Culturais devam participar de discussões para o direcionamento dos novos espaços quando estiverem prontos.

Desde 2013, reportagens citam que São Vicente sofre com vandalismo em patrimônios públicos. Mais recentemente, o Conselho de Defesa do Patrimônio foi à imprensa abordar sobre a Casa Martim Afonso e estátuas na orla. De fato, há uma situação de abandono por parte do Poder Público aos patrimônios históricos?

a3Há uma situação de vandalismo generalizada em todo o Brasil. Cotidianamente recebemos notícias sobre depredação de patrimônios históricos, mobiliário urbano, esculturas, etc, inclusive em nossas cidades vizinhas. O que faltou em São Vicente foram recursos (tanto materiais, quanto humanos) para que as repostas aos atos de vandalismo fossem feitas de forma rápida.

Acredito que um trabalho de educação deva ser realizado nas escolas, tanto públicas quanto privadas, para tentar fazer com que crianças, jovens e adultos compreendam que o que é público é um bem que pertence a todos. Somente assim, através da educação, o problema de vandalismo será resolvido.

A Prefeitura reduziu a verba prevista para a Secult nestes quatro anos em 40%. Ainda assim, do montante estimado na lei em R$ 37 mi, só foram investidos nesse período R$ 14 mi (menos de dois terços). Neste ano, dos R$ 7,8 mi previstos, a Secult só recebeu R$ 1,2 mi (corte de 85%), segundo Portal da Transparência. Até que ponto pode ser atribuído esses índices pela crise financeira, erro de gestão ou a cultura não ser prioridade do prefeito?

O orçamento da pasta de cultura quase nunca é respeitado, municipal, estadual ou de forma federal. É uma das primeiras pastas a sofrer cortes em momentos de crise. Em meu entendimento, o grande problema da falta de recursos para a área da cultura em São Vicente foi decorrente da crise financeira municipal, amplificada pela crise nacional.

Ao reativar o Conselho de Políticas Culturais, a Secult conseguiu articular as leis do Sistema e do Plano Municipal de Cultura, a efetivação do Fundo Pró-Cultura e de legislações sobre o Film Comission e a permissão de bilheteria nos auditórios municipais. Como a secretaria avalia a relação com a sociedade civil e como são oportunas essas leis aprovadas?

a2Desde nossos primeiros meses de gestão, procuramos abrir canais de diálogo entre os fazedores e consumidores de cultura em São Vicente. O desenvolvimento e crescimento do setor está intrinsecamente ligado à organização desses segmentos. Um movimento de cultura onde os objetivos principais sejam coletivos, e não individuais.

Estimulamos o Conselho Municipal de Politicas Culturais a atuar de forma correta, sem a intromissão direta do Poder Público. Em parceria com a equipe da Secult, a cidade ganhou e avançou muito e em pouco tempo na elaboração de leis para o setor cultural. E o mais importante, de forma horizontal.